essa fanfic não vai ser longa como eu pensei, mas acalmem-se...
isso não significa que vai acabar agora, o.k? estava apenas revisando minha ideias para ela e acabei chegando a essa conclusão. boa leitura, chuchus ☟
isso não significa que vai acabar agora, o.k? estava apenas revisando minha ideias para ela e acabei chegando a essa conclusão. boa leitura, chuchus ☟

Os primos de Joe só passaram aquela noite e logo cedo foram embora, isso tudo a pedido de Elton. Agora, ele estava sentado na sala observando o retrato da falecida esposa e rezando baixinho. Ele decidira contar a verdade para eles de uma vez por todas! O tempo estava frio e pelas nuvens escuras que cobriam o céu... Miami teria uma manhã chuvosa. Elton havia pedido para Chavier acorda-los, agora eles já terminavam de tomar café. Apreensivo ele já batia o pé e sentia os olhos pesarem! — Já estamos aqui, pode começar. — Joe disse ansioso.
— Bem, eu... não sei por onde começar. — Uma lágrima rolou. — Eu acredito que já nasci assim, mas tentei ignorar quem eu realmente era... mas não me arrependo, pois obtive o bem mais precioso da minha vida.
— Pai, eu não estou entendo nada!
— Continue, Elton. — Demi o encorajou, sentia-se angustiada de vê-lo naquele estado.
— Joseph, eu vou me casar... mas não é como você pensa. Isso está longe de ser tradicional!
— O que esta tentando dizer? Vá direto ao ponto.
— Eu sou gay! — Disse de uma vez só. Joe ficou estático na cadeira e sentia uma grande dificuldade para respirar! Aquele lugar parecia ter ficado pequeno para ele e suas mãos suavam devido ao seu nervoso. — Sinto muito por não esclarecer isso antes, mas não tinha coragem. — Demi se aproximou do ex-sogro e segurou sua mão, ela não estava tão chocada como Joe. Nos últimos dias havia reparado no modo como ele comia, falava e ficou um tanto desconfiada, mas achara que tudo não passava de uma besteira de sua cabeça.
— Esta tudo bem, vai ficar tudo bem. — Demi olhou para Ariel, ele parecia estar perdido no meio daquilo tudo! Joe por fim se levantou e levou as mãos até a cabeça.
— Desde quando... DESDE QUANDO?!
— Desde quando você tinha 12 anos.
— E MINHA MÃE?
— Eu abri o jogo com ela, eramos melhores amigos e bem, Denise me compreendeu.
— Meu Deus. — Sua cabeça latejava... lembranças e mais lembranças lhe vieram a mente! — Vocês mentiram pra mim, minha vida toda praticamente.
— Joseph, por favor. — Elton se levantou e soltou a mão de Demi.
— NÃO SE APROXIME DE MIM! — Os olhos de Joe se encheram de lágrimas, mas ele não deixou nenhuma cair. — Como você foi capaz de fazer isso com ela e comigo?
— Filho, você esta confuso e precisa se acalmar. Eu vou lhe esclarecer tudo se quiser, o.k? Vou pedir para Chavier lhe trazer água.
— EU NÃO QUERO ME ACALMAR! — Ele levou as mãos a cabeça novamente, não podia ficar ali... teria de sair, precisava de ar puro! Joe saiu da sala e marchou em direção a porta.
— Onde você vai? — Elton foi atrás, mas ele não respondeu. Apenas saiu correndo em busca de refugio! A chuva la fora era forte e Elton tinha certeza de que ele não iria tão longe, mas onde ele iria? O pensamento lhe assustava e ele só chorava, Demi não sabia o que dizer para lhe consolar.
— É tido culpa minha, deveria...
— Elton, você fez o melhor que pode e agora cabe a ele aceitar sua decisão.
— Demi, ele não é obrigado a aceitar... você sabe, mas eu realmente quero o apoio dele.
— Vai te-lo, eu prometo. — Ela respirou fundo e procurou Ariel com os olhos na sala, mas o garoto não estava lá. — Vou falar com ele, o.k?
— O.k.
— Mamãe, eu sei onde ele está! — Ariel desceu as escadas correndo.
Joseph não conseguiu correr durante muito tempo e acabou por pegar um táxi até o cemitério. Quando ele chegou ao local, pagou ao taxista e desceu recebendo novamente um banho de chuva! Ele não conseguia sentir frio ou qualquer outra coisa, apenas indignação. Não conseguia entender o motivo de terem lhe escondido isso durante tanto tempo e pior ainda se passando por um casal feliz! Joe se perguntava se sua mãe havia realmente encarado isso numa boa ou apenas fingiu para que ele crescesse ao lado do pai. Eram pensamentos e mais pensamentos! Ele caminhou durante alguns minutos até encontrar o tumulo dela, haviam flores lá e cartões, ela era uma pessoa querida que fazia grande falta para toda a família. Joe caiu ali de joelhos e se pôs a chorar tudo o que havia segurado durante esses dias. Foi assim durante alguns minutos até ele parar e fungar. — Eu não posso com isso... não posso! — Soluçou. — É um fardo grande demais, mamãe e eu não tenho ninguém com quem dividir. — Ele tremeu, agora sim sentia frio! — Não entendo o motivo de mentirem pra mim, odeio que façam isso... mas continuam sempre fazendo! — As lágrimas voltaram, santo Deus.
Demi foi a primeira a descer do táxi, ela abriu o guarda chuva, esperou Ariel descer e pediu ao motorista que esperasse alguns minutos. Ela caminhou para dentro do cemitério de mãos dadas com o garoto, ele nunca havia ido a um cemitério! — Eles realmente dão arrepios como nos filmes de terror. — Comentou.
— Não fique com medo, nos não vamos demorar e bem, os mortos não podem nos fazer mal algum.
— Só os vivos, certo? — Demi assentiu.
— Mamãe, você escolheu vir e eu fiquei me perguntando se você...
— Ariel, por favor... não quero falar sobre isso. — Admitir que estava preocupada com ele era a ultima coisa que ela queria! Era uma sensação estranha, era como quando eles namoravam. Houve uma vez que Joe estava devendo um traficante de drogas e foi jurado de morte! Todas as vezes que ele ia embora da casa dela, seu coração apertava e ela temia receber um telefonema no meio da noite avisando que seu amado havia sido morto.
— Tudo bem. — O garotinho assentiu e fez careta, sabia que ela estava lhe escondendo algo. Ele correu os olhos pelo cemitério e avistou seu pai. Joe agora estava de pé, cabeça baixa e olhos fechados. — Ele está ali! — Apontou. Demi rapidamente olhos e apressou o passo para chegar rapidamente perto dele, Ariel pensou na atitude da mãe e teve certeza de que ela estava preocupada com ele. Joe não precisou se virar para saber que tinha uma pessoa atrás dele ou melhor dizendo... duas pessoas!
— O que estão fazendo aqui? — Disse com a voz baixa, sem olha-los.
— Seu pai está preocupado com você, Joe e vim para ter certeza de que você estava bem.
— Quem se importa? — Se virou olhando para ela. — Nem ele se importa, que droga! Ele mentiu pra mim, mentiu minha vida inteira e minha mãe... — Ele respirou fundo, não choraria novamente na frente dela e do garoto. — Eu me sinto traído! Talvez fosse mais digno ele ter me dito a verdade quando tinha 12 anos.
— Joseph, você teve uma ótima criação e se envolveu em muita encrenca, talvez se ele tivesse lhe contado no inicio... você estaria morto agora! — O choque foi grande, por este angulo ela tinha razão. Mas qual o motivo de sua voz estar afetada? — Você vem pra casa conosco? Ariel não é muito fã de cemitérios. — Joe olhou pro garotinho e suspirou.
— Eu precisava de mais um tempo sozinho.
— Você pode pegar um resfriado. — Ele disse encarrando os próprios pés e Joe sorriu fraco.
— Tudo bem, eu vou. — Assentiu. — Mas só por causa da sua insistência, rapazinho. — Demi revirou os olhos e Ariel assentiu lhe estendeu a mão. Eles caminharam para fora juntos até chegarem ao táxi, os três foram sentados no banco detrás... Ariel no meio deles, ele ainda segurava a mão gelada e tremula de Joe. O caminho até a casa foi em silêncio, quando chegaram a chuva já havia passado mas ainda sim estava frio e a praia deserta! Joseph desceu do carro tremendo, os queixos batiam. Ariel logo atrás dele, preocupado e por ultimo Demi. Ela procurava a chave em sua bolsa, assim que encontrou abriu a porta e Joe passou por ela já olhando para todos os lados. Chavier veio até eles e avisou que Elton havia saído.
— Deve ter... ido ver... o macho... dele! — Joe revirou os olhos.
— Bem, eu... não sei por onde começar. — Uma lágrima rolou. — Eu acredito que já nasci assim, mas tentei ignorar quem eu realmente era... mas não me arrependo, pois obtive o bem mais precioso da minha vida.
— Pai, eu não estou entendo nada!
— Continue, Elton. — Demi o encorajou, sentia-se angustiada de vê-lo naquele estado.
— Joseph, eu vou me casar... mas não é como você pensa. Isso está longe de ser tradicional!
— O que esta tentando dizer? Vá direto ao ponto.
— Eu sou gay! — Disse de uma vez só. Joe ficou estático na cadeira e sentia uma grande dificuldade para respirar! Aquele lugar parecia ter ficado pequeno para ele e suas mãos suavam devido ao seu nervoso. — Sinto muito por não esclarecer isso antes, mas não tinha coragem. — Demi se aproximou do ex-sogro e segurou sua mão, ela não estava tão chocada como Joe. Nos últimos dias havia reparado no modo como ele comia, falava e ficou um tanto desconfiada, mas achara que tudo não passava de uma besteira de sua cabeça.
— Esta tudo bem, vai ficar tudo bem. — Demi olhou para Ariel, ele parecia estar perdido no meio daquilo tudo! Joe por fim se levantou e levou as mãos até a cabeça.
— Desde quando... DESDE QUANDO?!
— Desde quando você tinha 12 anos.
— E MINHA MÃE?
— Eu abri o jogo com ela, eramos melhores amigos e bem, Denise me compreendeu.
— Meu Deus. — Sua cabeça latejava... lembranças e mais lembranças lhe vieram a mente! — Vocês mentiram pra mim, minha vida toda praticamente.
— Joseph, por favor. — Elton se levantou e soltou a mão de Demi.
— NÃO SE APROXIME DE MIM! — Os olhos de Joe se encheram de lágrimas, mas ele não deixou nenhuma cair. — Como você foi capaz de fazer isso com ela e comigo?
— Filho, você esta confuso e precisa se acalmar. Eu vou lhe esclarecer tudo se quiser, o.k? Vou pedir para Chavier lhe trazer água.
— EU NÃO QUERO ME ACALMAR! — Ele levou as mãos a cabeça novamente, não podia ficar ali... teria de sair, precisava de ar puro! Joe saiu da sala e marchou em direção a porta.
— Onde você vai? — Elton foi atrás, mas ele não respondeu. Apenas saiu correndo em busca de refugio! A chuva la fora era forte e Elton tinha certeza de que ele não iria tão longe, mas onde ele iria? O pensamento lhe assustava e ele só chorava, Demi não sabia o que dizer para lhe consolar.
— É tido culpa minha, deveria...
— Elton, você fez o melhor que pode e agora cabe a ele aceitar sua decisão.
— Demi, ele não é obrigado a aceitar... você sabe, mas eu realmente quero o apoio dele.
— Vai te-lo, eu prometo. — Ela respirou fundo e procurou Ariel com os olhos na sala, mas o garoto não estava lá. — Vou falar com ele, o.k?
— O.k.
— Mamãe, eu sei onde ele está! — Ariel desceu as escadas correndo.
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Joseph não conseguiu correr durante muito tempo e acabou por pegar um táxi até o cemitério. Quando ele chegou ao local, pagou ao taxista e desceu recebendo novamente um banho de chuva! Ele não conseguia sentir frio ou qualquer outra coisa, apenas indignação. Não conseguia entender o motivo de terem lhe escondido isso durante tanto tempo e pior ainda se passando por um casal feliz! Joe se perguntava se sua mãe havia realmente encarado isso numa boa ou apenas fingiu para que ele crescesse ao lado do pai. Eram pensamentos e mais pensamentos! Ele caminhou durante alguns minutos até encontrar o tumulo dela, haviam flores lá e cartões, ela era uma pessoa querida que fazia grande falta para toda a família. Joe caiu ali de joelhos e se pôs a chorar tudo o que havia segurado durante esses dias. Foi assim durante alguns minutos até ele parar e fungar. — Eu não posso com isso... não posso! — Soluçou. — É um fardo grande demais, mamãe e eu não tenho ninguém com quem dividir. — Ele tremeu, agora sim sentia frio! — Não entendo o motivo de mentirem pra mim, odeio que façam isso... mas continuam sempre fazendo! — As lágrimas voltaram, santo Deus.
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Demi foi a primeira a descer do táxi, ela abriu o guarda chuva, esperou Ariel descer e pediu ao motorista que esperasse alguns minutos. Ela caminhou para dentro do cemitério de mãos dadas com o garoto, ele nunca havia ido a um cemitério! — Eles realmente dão arrepios como nos filmes de terror. — Comentou.
— Não fique com medo, nos não vamos demorar e bem, os mortos não podem nos fazer mal algum.
— Só os vivos, certo? — Demi assentiu.
— Mamãe, você escolheu vir e eu fiquei me perguntando se você...
— Ariel, por favor... não quero falar sobre isso. — Admitir que estava preocupada com ele era a ultima coisa que ela queria! Era uma sensação estranha, era como quando eles namoravam. Houve uma vez que Joe estava devendo um traficante de drogas e foi jurado de morte! Todas as vezes que ele ia embora da casa dela, seu coração apertava e ela temia receber um telefonema no meio da noite avisando que seu amado havia sido morto.
— Tudo bem. — O garotinho assentiu e fez careta, sabia que ela estava lhe escondendo algo. Ele correu os olhos pelo cemitério e avistou seu pai. Joe agora estava de pé, cabeça baixa e olhos fechados. — Ele está ali! — Apontou. Demi rapidamente olhos e apressou o passo para chegar rapidamente perto dele, Ariel pensou na atitude da mãe e teve certeza de que ela estava preocupada com ele. Joe não precisou se virar para saber que tinha uma pessoa atrás dele ou melhor dizendo... duas pessoas!
— O que estão fazendo aqui? — Disse com a voz baixa, sem olha-los.
— Seu pai está preocupado com você, Joe e vim para ter certeza de que você estava bem.
— Quem se importa? — Se virou olhando para ela. — Nem ele se importa, que droga! Ele mentiu pra mim, mentiu minha vida inteira e minha mãe... — Ele respirou fundo, não choraria novamente na frente dela e do garoto. — Eu me sinto traído! Talvez fosse mais digno ele ter me dito a verdade quando tinha 12 anos.
— Joseph, você teve uma ótima criação e se envolveu em muita encrenca, talvez se ele tivesse lhe contado no inicio... você estaria morto agora! — O choque foi grande, por este angulo ela tinha razão. Mas qual o motivo de sua voz estar afetada? — Você vem pra casa conosco? Ariel não é muito fã de cemitérios. — Joe olhou pro garotinho e suspirou.
— Eu precisava de mais um tempo sozinho.
— Você pode pegar um resfriado. — Ele disse encarrando os próprios pés e Joe sorriu fraco.
— Tudo bem, eu vou. — Assentiu. — Mas só por causa da sua insistência, rapazinho. — Demi revirou os olhos e Ariel assentiu lhe estendeu a mão. Eles caminharam para fora juntos até chegarem ao táxi, os três foram sentados no banco detrás... Ariel no meio deles, ele ainda segurava a mão gelada e tremula de Joe. O caminho até a casa foi em silêncio, quando chegaram a chuva já havia passado mas ainda sim estava frio e a praia deserta! Joseph desceu do carro tremendo, os queixos batiam. Ariel logo atrás dele, preocupado e por ultimo Demi. Ela procurava a chave em sua bolsa, assim que encontrou abriu a porta e Joe passou por ela já olhando para todos os lados. Chavier veio até eles e avisou que Elton havia saído.
— Deve ter... ido ver... o macho... dele! — Joe revirou os olhos.
— Chavier, acenda a lareira por favor. — O rapaz assentiu e caminhou até sala. — Ariel, me espere no quarto... preciso conversar com seu pai. — Ele não protestou por Demi ter mencionado Joe como seu pai e isso fez com que Joe sorri-se brevemente.
— Venha, você precisa se aquecer. — Demi segurou sua mão e caminhou com ele até a lareira. Ela já estava acessa e Chavier já havia sumido. Demi se sentou e Joe fez o mesmo.
— Tire suas roupas. — Ele arqueou uma sobrancelha. — Não banque o difícil comigo, Joe. — Demi disse desabotoando os botões de sua blusa. — Você tem sorte de eu não ter faltado as aulas de saúde.
— Você sempre... matava essas aulas... pra ficar comigo, sua... mentirosa! — Riu baixinho, ainda tremulo e retirando sua camisa.
— Essa foi uma exceção, convencido. — Ela sorriu sem mostrar os dentes e retirou as calças, Joe não conseguiu ser discreto. — Pare de me olhar, agora venha aqui. — Joe se aproximou e Demi o abraçou forte. — Se o ambiente estiver mais frio do que o nosso corpo, vai nos roubar calor. Assim, quando está muito frio, o fluxo de calor de dentro para fora do nosso corpo fica mais intenso e começamos a ter a sensação de frio, um alerta do nosso sistema nervoso para buscarmos uma proteção térmica. — Joe não soube o que dizer de sua explicação, mas estava adorando ser abraçado por ela! Esperava por um abraço dela... desde muito tempo.
— Desculpe-me. — Ele disse baixinho e tremeu nos braços dela. — Eu juro estou tentando ser um cara melhor, mas não sei se posso aguentar essa barra sem me descontrolar... isso é estranho.
— Você acha que não esta sendo difícil para ele? Joe, ele chorou feito bebê quando você saiu por ai sem rumo.
— Eu imagino, acho que ele pensou que eu ia por ai atrás de baseado... isso pra mim soa como se ele não confiasse em mim.
— Não é uma questão de confiança e sim preocupação! Ele te ama e não quer ver você naquele estado novamente.
— Eu imagino, acho que ele pensou que eu ia por ai atrás de baseado... isso pra mim soa como se ele não confiasse em mim.
— Não é uma questão de confiança e sim preocupação! Ele te ama e não quer ver você naquele estado novamente.
— E você?
— O... o que tem eu? Joe, por favor... estamos falando do seu pai!
— Não precisa ficar fugindo de mim sempre que tento conversar com você, Demi. Isso machuca! — Sussurrou.
— O... o que tem eu? Joe, por favor... estamos falando do seu pai!
— Não precisa ficar fugindo de mim sempre que tento conversar com você, Demi. Isso machuca! — Sussurrou.
— Eu não fujo... só não quero forçar nada, o.k? Isso tudo que estamos vivendo aqui é uma mentira e uma hora vai acabar... — Joe interrompeu.
— Não estou vivendo uma mentira com Ariel, por favor saiba diferenciar as coisas. Quando tudo isso acabar, eu vou continuar sendo presente na vida dele e vou frequentar sua casa, o.k? Você acha que eu quero chegar lá e forçar algo? Claro que não! Eu quero poder ser pelo menos um amigo pra você, será que é tão difícil assim?
— Joseph, você ficou muito tempo fora e depois de tudo o que vivemos juntos... eu não sei.
— Você poderia por favor se concentrar no futuro? — Ele lhe afagou as costas e Demi sentiu-se arrepiar ao toque dele.
— Joseph, você ficou muito tempo fora e depois de tudo o que vivemos juntos... eu não sei.
— Você poderia por favor se concentrar no futuro? — Ele lhe afagou as costas e Demi sentiu-se arrepiar ao toque dele.
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prevejo a fila de gente querendo me esguelhar indo até a china!
THIS IS UM MOMENTO JEMI o/ todos fazendo a dancinha da anaconda
e sim, continua no próximo capítulo pq eu estou trabalhando em alguns flash backs bem legais pra vcs - de quando eles namoravam, ficavam chapados e talvez de como eles fizeram o ariel HAHA. respostas aqui | espero que tenham gostado, desculpa parar na melhor parte de novo. bjos'

se beijem logo, porra! kkk #EdRevoltado


