31/07/2014

Capítulo 5



Casa dos De La Garza - 11h30 da manhã


          Dianna cuidava das flores do jardim com a ajuda da filha Madison, elas estavam plantando novas mudinhas quando Demi chegou. — Bom Dia, meninas! — Ela disse animadamente e logo Madison já estava abraçada a ela. — Ei, ei... vai me sujar.
— Também te amo. — Madison disse ironicamente e em seguida riu. — Senti saudades.
— Eu também, amor.
— É assim, é? — Dianna colocou uma das mãos na cintura e bateu o pé. Demi riu de sua mãe, ela estava engraçada com aquele chapéu de palha e botas amarelas. — E eu?
— Vem aqui. — Demi e Madison abriram os braços e elas se abraçaram.

— Faz tempo, querida.
— Você sabe que eu gostaria de vir mais vezes, não sabe?
— Converso com ele todos os dias, mas ele não me ouve. — Madison saiu discretamente a fim de manter Eddie dentro de casa, caso contrário ele iria querer dar o sermão da montanha e isso causaria uma briga feia entre ele e Demi.
— É tão difícil ele aceitar isso? Todos aceitaram numa boa, minha filha aceitou!
— Eu juro que não o compreendo. — Dianna apontou para o banco do jardim e lá elas se sentaram.
— Eu já refleti muito sobre isso e cheguei a uma conclusão. — Demi suspirou. — Ele tem medo do que as pessoas podem sair falando, entende? Ele é pastor e acha que isso pode atingi-lo de alguma forma.

xx

— O que esta fazendo? — Madison perguntou sorrindo.
— Acabei de preparar o sermão de hoje. — Ele abraçou a filha de lado. — Como estão as plantas?
— Vão bem, eu e mamãe plantamos algumas mudinhas.
— Vamos lá, eu quero ver.
— Não, nos ainda não acabamos.
— Não me importo. — Eddie guardou a bíblia e foi em direção a porta da frente.
— Espera! — Madison pulou na frente. — Você não pode sair.
— Me de um bom motivo. — A garota suspirou. — Aquele garoto esta de novo lá fora?!
— Não, não é ele.
— Quem é Madison?
— Demi está lá fora.
— Eu já disse que não quero ela na igreja e muito menos aqui, com licença.
— Não.
— MADISON!

— Eu já estou cansada disso, cansada! Se você não quer falar com ela, não fale... mas deixe-a em paz! Você não pode proibi-la de vir aqui, pois essa casa também é dela e você não pode manter minha mãe longe dela, pois ela é mãe da Demi também. — Eddie suspirou. — CHEGA, OUVIU BEM? CHEGA!

xx

— Você ouviu isso?
— Ele esta brigando com a Madison? — Demi franziu o cenho. — Ele vai ver só! — Ela se levantou e começou a caminhar em direção a porta.
— Demi, espera. Melhor não se intrometer!
— Ela é minha irmã, mãe. — Quando ela entrou na casa viu os dois discutindo na sala, Madison gesticulava sempre apontando para o lado de fora.
— PAREM AGORA! — Dianna gritou antes que Demi pudesse pronunciar.
— Eu disse para não queria ela dentro da minha casa!


— Essa casa é minha, você não tem esse direito!
— Tenho sim, você trouxe desonra para essa família!
— Pelo amor de Deus, esse papo de novo não!
— Vou bater nessa tecla quantas vezes eu precisar, você conhece a palavra e sabe muito bem que esta errada. Não posso permitir que você coloque essa família a se perder!
— Eu vou embora e não é por sua causa Eddie! Vou embora para poupar minha irmã de ouvir mais besteira saindo dessa sua boca nojenta e minha mãe de se estressar a toa com você. — Ela apontou para ele e virou-se em direção a porta. — Meu pai tinha muitos defeitos, mas ele nunca... negaria uma filha.
— Saia da minha casa!
— Vá pro inferno! — Ela saiu batendo fortemente a porta.

          Demi entrou no carro completamente irritada e furiosa consigo mesma por não conseguir conter o conflito, quando se tratava de Eddie era sempre mais complicado. Ele era como um pai para ela, um pai presente! Seus olhos se encheram de lágrimas e ela bateu a cabeça de leve contra o volante. — Controle-se, controle-se. — Ela disse para si mesma e respirou fundo. Depois de ficar alguns segundos ali parada ela arrancou com o carro e foi para casa.


xx


          Demi entrou em casa, fechou a porta e caminhou até a sala, chegando lá ela se jogou no sofá e começou a chorar novamente. Seu celular tocou e como de costume ela não visualizou quem era e simplesmente atendeu. — Alô.
— Demetria, você esta bem? — Ela suspirou.
— Não, eu não estou nada bem.
— O que aconteceu?
— Eu fui visitar minha mãe, Madison e... Eddie me disse coisas horríveis, brigamos e... oh meu Deus, foi terrível!
— Ele está passando dos limites! — Demi soluçou.
— Isso está me matando, você não tem noção do que é ter praticamente seu pai contra você.
— Eu vou ir ai vê-la.
— Não, você precisa...
— Não discuta comigo, vou pegar o primeiro avião e chego ainda hoje.
— Edward...
— Fim de discussão.


Casa da Demetria - 08h00 da noite


          Sarah apertou a campainha de forma desesperada e não demorou muito para Demi aparecer. — Isso é jeito, menina? — Ela arqueou uma sobrancelha e sorriu fraco abraçando fortemente a filha.
— Ai, ai... você vai me matar desse jeito!
— Senti tanto sua falta, sabia? Principalmente de manhã quando fazia aquelas panquecas... se lembra das panquecas?
— Também senti sua falta. — Sarah beijou a bochecha de Demi e sorriu revelando uma janelinha.
— Caiu?!
— Caiu na minha comida e eu podia jurar que era arroz. — Demi riu.
— Eu estou aqui, sabia? — Ed deu de ombros e fez careta. Demi colocou Sarah no chão e antes de abraça-lo retirou o goro que ele usava revelando os cabelos roxos.
— Sai com agua, não é mesmo? — Riu baixinho.
— Me devolve isso aqui. — Ele pegou e colocou na cabeça, em seguida pegou Demi, jogou-a em seus ombros e a carregou para dentro enquanto ela protestava batendo em suas costas. Sarah apenas ria.

— Me larga! — Ele a colocou no chão e a abraçou. — Eu odeio você!
— Na na ni na não, você me ama. — Riu.
— Não precisava ter vindo.
— Precisava sim. — Ele afagou seus cabelos e beijou sua testa. Demi sentiu vontade de chorar, mas se segurou para não desabar na frente da filha.
— Mamãe, você está bem? — A garotinha encostou-se na perna da perna da mãe e a observou.
— Nunca estive melhor. — Sarah deu um passo para trás cruzou os braços e balançou a cabeça por breves segundos antes de subir as escadas levando consigo sua pequena mala.
— Ela sabe que você esta mentindo e você sabe disso.
— Quero poupa-la de problemas.

11h00 da noite

          Demi estava deitada em sua cama encarrando o teto a espera do sono, ela estava cansada e só queria um pouco de paz. Passara algumas horas cozinhando e brincando com a filha enquanto falava com Ed, mas nem isso fora o suficiente para distrai-la. Edward entrou no quarto dela e sorriu. — Tudo bem?
— Um pouco, o que você faz aqui?
— Eu vou dormir aqui. — Fechou a porta e caminhou até a cama. — Agora que Sarah dormiu podemos ter uma conversa de verdade, não?
— Eu estou muito cansada, podemos fazer isso amanhã?
— Claro, como você quiser. — Ele parou no meio do caminho e ficou em duvida se ficava ou se saia.

— O que você esta esperando? — Ed sorriu e se deitou ao lado dela. Demi aninhou-se ao peito dele e sorriu. — Obrigado, você é incrível. — Ela bocejou.
— Não precisa agradecer, agora durma.
— Você poderia cantar pra mim. — Demi sussurrou e sorriu.

          Edward cantou por breves segundos para Demi e ela finalmente conseguiu dormir. Ele sorriu satisfeito e acariciou o rosto dela levemente. O celular dela começou a vibrar em cima da bancada, cuidadosamente Ed esticou o braço e atendeu. — Alô.
— Demi?
— Ela esta dormindo, gostaria de deixar recado? — Joe mordeu o lábio e balançou a cabeça.
— Não, não é assim tão importante... ela está bem?
— Agora que esta descansando sim, quem é?
— Sou um paciente dela, Joseph Jonas.
— Eu digo a ela pela manhã que você ligou.
— Desculpe qualquer coisa, cara.
— Está tudo... — Joseph desligou.

— Quem era? — Demi sussurrou sonolenta.
— Ninguém importante, volte a dormir. -Ele achou adequado não dizer nada caso contrário ela levantaria na hora para retornar a ligação.

xx

          Joseph mordeu os lábios e apoiou a cabeça no teclado, aquele pequeno espaço havia se tornado seu pequeno esconderijo secreto. Ele agora ouvia musica e pensava em Lauren, por isso ligara para Demi. Ela tinha algo que o fazia flutuar, esquecer completamente problemas como sua ex-noiva' mas ele sentia muito sua falta. Ele pegou o celular e passou o dedão sobre as teclas pontilhadas, conseguia reconhecer os números e sabia que ela atenderia.  — Alô. — Era ela, era Lauren! — Estou ouvindo sua respiração do outro lado da linha... quem é?
— Eu não consigo me afastar de você... é um dos motivos por quê eu simplesmente não consigo parar de pensar em você. Só continuo vendo a sua imagem, mas não quero ver mais! — Ele sussurrou e fechou levemente os olhos sentindo lágrimas rolarem livremente. Lauren arregalou levemente os olhos e desligou o telefone.

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hoje o prêmio de inspiração vai para selena gomez com sua musica que virou um grande vicio meu A Year Without Rain. gente, eu tô no chão! hoje foi meio triste, mas prometo que dias melhores pra essa fanfic virão. foi ta coisa para um só capítulo: treta de família, ed com cabelo roxo, sarah detectora de mentiras e joseph carente. uffa! mas essa ultima parte acabou comigo. o trecho foi retirado de see no more do joe jonas. respostas aqui |  espero que tenham gostado, volto em breve com mais... beijão! 


esse sorriso faz meu dia mais feliz :D

27/07/2014

Capítulo 4


Casa da Demetria - 11h00 da noite

          Demi estava na área do quarto observando distraidamente o céu quando viu uma estrela cadente. Ela sorriu e por algum motivo lembrou-se da conversa com Joseph mais cedo e sobre sua história das estrelas. Braços envolveram sua cintura, lábios beijaram seu pescoço e ela curtiu o abraço quente de Wilmer Valderama. Eles eram amigos coloridos, mas amigos. — No que está pensando?
— Quer mesmo saber?
— Sim. — Sussurrou.
— Eu me lembrei do meu paciente hoje cedo, quer dizer... ele não é tecnicamente meu paciente, mas o pai dele pediu que eu o ajudasse. — Demi suspirou.
— O que esse cara fez para merecer ficar nos seus preciosos pensamentos?
— Isso. — Demi partiu o abraço e mostrou os pulsos. — Ele tentou desistir! — Ela passou uma das mãos pelos cabelos. — Eu me sinto na obrigação de fazer alguma coisa por ele.
— Você vai fazer, sempre faz. — Wilmer sorriu. — Lembre-se: tenha paciência.

— Obrigado por acreditar em mim.
— Não precisa agradecer, querida. — Wilmer beijou sua testa. — Sinto muito ter de deixa-la sozinha essa noite, mas eu realmente preciso voltar.
— Não precisa se desculpar, eu vou ficar bem.
— Tem certeza?
— Absoluta, agora venha... vou acompanha-lo até a porta.

xx

          Demi deitou-se na cama, encarrou o teto e suspirou. Ela estava sem sono e não sabia ao certo o motivo. Nunca ficara assim por causa de um paciente e não sabia como lidar com seus sentimentos nesse momento. Ela pegou o celular e viu novamente as fotos de Sarah que Ed lhe enviara mais cedo.... sentia saudades e não via a hora dela voltar. O celular de repente tocou e ela atendeu sem se dar ao trabalho de olhar quem era. — Alô. — Nenhum sinal de vida. — Alô? — Uma respiração pesada ao outro lado da linha, não podia ser... podia? — Joe?
— Meu coração ficando mais frio com o passar dos dias e eu daria a minha alma para ter a chance de vê-la. Mas tudo que eu vejo é escuro e triste... Eu estou ficando louco, louco, louco! — Demi se sentou na cama e tentou dizer algo, mas as palavras não saíram. Aquilo era lindo! — Eu acabei de inventar isso pra vadia da minha ex-noiva, acredita? Sou ou pelo menos era um professor de filosofia.
— Isso foi lindo e você me deixou sem palavras.

— Não sei o motivo de ter ligado, desculpe.
— Esta tudo bem.
— Mentira, eu sei sim. — Joe riu. — Eu sai de casa.
— Como assim saiu de casa?!
— Aquela casa está uma droga, sério. Meus pais só sabem falar de coisas especiais para cegos que eles compraram pra mim na internet e isso me deixou irritado.
— A melhor coisa a ser feita é conversar e...
— Sem teorias agora, doutora!

— Onde você esta?
— Quer mesmo saber?
— Quero!
— No telhado da minha casa. — Ele riu.
— Meu Deus, você me assustou! — Demi riu.
— Posso saber o motivo de tanta preocupação? Você nem me conhece.
— Sim, eu conheço você. — Um breve silêncio. — Como conseguiu me ligar?
— Meus pais compraram um celular adaptado pra mim e decidi arriscar para ver quem estava na minha lista de contatos.

— Se eu não tivesse dito alô como poderia saber que era eu?
— Ninguém atende o telefone e espera que a pessoa que esteja ligando diga alô, isso é uma especie de lei.
— Eu quebro leis, Joseph.
— Uau. — Excitante. — Pensou ele.

— Filosofia? Confesso que estou surpresa.
— O que pensou que eu fosse?
— Não costumo julgar as pessoas.
— Não é uma questão de julgar e sim ponto de vista. Anda, diga-me o que pensou de mim.
— Pensei que era um tatuador.
— Tatuador?
— Você tem muitos desenhos no braço.
— Eu gosto de tatuagens.
— Percebi. — Demi riu.

— Você ri demais, sabia?
— Quem pode me julgar por ser uma mulher feliz? — Demi sentou-se na cama. — Agora é sua vez.
— Minha vez de fazer o que?
— Diga-me qual foi sua primeira impressão de mim.
— Acho que está meio obvio, não é mesmo?
— Não pra mim, o que os outros pensam de mim nem sempre é da minha conta, porém dessa vez me interessa.
— Se você insiste. — Joe suspirou. — Pensei que fosse como todos os outros psicólogos, sabe? Gente que diz tudo o que se deve e o que não se deve fazer, mas depois percebi que estava errado. Você é paciente, simpática... gostei de conversar com você. — Demi sorriu.
— Obrigado, você é um cara muito gentil.

— Sim. — Joe disse de repente.
— Sim?
— Eu aceito participar do seu grupo, mas nada de mandar em mim ou coisa do tipo.
— Obrigado pela confiança, você não vai se arrepender.
— Assim espero. — O celular de Demi apitou e isso significava que havia outra ligação.
— Preciso desligar agora, minha filha está me ligando.
— Oh sim, pode ir. Foi muito bom conversar com você, obrigado.
— Que isso, sempre que precisar pode me ligar. — Joe riu baixinho, ele era boa demais para ser verdade.
— Adeus.
— Até sábado, 15h00 em ponto... Medical City Hospital.
— Boa noite, Demi.
— Boa noite, Joseph. — Ela desligou, atendeu a uma nova ligação e como previa era Sarah.

— Alô, mamãe?
— Oi meu amor, como você está?
— Estou bem, mas tira o celular do ouvido... é uma chamada de video. — Demi riu e encarrou o celular. Sarah estava usando uma faixa lilas na cabeça escrito "Violetta Live - I Was!" e uma jardineira jeans. — Papai me levou no show da Violetta! — Ela disse de forma eufórica.
— Eu percebi, essa sua faixa é muito fofa. — Demi sorriu.
— Obrigado, comprei muita coisa lá.
— Ela quase me faliu! — Ed pulou na cama e Sarah acabou deixando o celular cair.
— PAPAI, PARA! — A garotinha disse brava.
— Desculpe-me. — Ed pegou o aparelho. — Oi querida. — Demi riu histericamente ao ver que o cabelo de Ed estava roxo!
— Oi, o que você fez no cabelo?
— Culpa é da nossa filha, ainda bem que isso sai com água. — Ele sorriu. — Pelo menos era o que dizia na caixinha. — Fez careta. — Como você esta?
— Estou bem.

— ALOÔ, EU ESTOU AQUI! — Sarah ergueu os dois braços e balançou-os. Ed riu e se sentou ao lado dela.
— Pronto, agora sua mãe pode ver nos dois.
— Onde havia parado, mesmo?
— A parte onde ela quase te faliu.
— Oh sim, eu comprei: o diário oficial da Violetta, blusas, pulseiras, anéis, brincos... eu quase comprei a Martina especialmente para nossa filha. — Demi riu.
— Eu conheci ela, mãe!
— É hoje que ela não dorme. — Ed balançou a cabeça e Demi riu novamente.
— Como foi, princesa?
— Ah, ela me abraçou e disse que sou muito bonita. — Sarah sorriu. — Foi muito fofo ela dizendo "yo te amo".

— Fico feliz que tenha realizado esse sonho. — Demi sorriu. — Obrigado por leva-la Ed, significa muito.
— Não precisa agradecer, mas faltou você.
— É mesmo, você poderia ter ficado mamãe.
— Não, eu não poderia. Tenho muito trabalho a ser feito, pessoas dependem de mim. — Eles assentiram. — Quando você volta pra casa?
— Em dois ou três dias, estamos nos divertindo muito. — Ed respondeu e sorriu.
— Eu fico muito feliz em saber, mas quero minha filha de volta. — Ela disse brincalhona e bocejou.
— Diga "tchau" Sarah, sua mãe precisa descansar.
— Que nada, eu estou bem.
— Tchau mamãe, eu amo muito você.
— Tudo bem... também te amo, meu amor.
— Boa noite, Demi.
— Boa noite, Edward e vê se dá um jeito nesse seu cabelo. — Eles riram e ela desligou.

xx

          Denise procurou o filho por toda a casa e não o encontrou, aflita ela ligou para a delegacia e avisou a Paul que Joe havia sumido. Passado 10 minutos Paul chegou em casa e junto com sua esposa saiu a procura de pistas pela casa. Assim que chegaram ao quarto dele viram que a janela estava aberta e lá estava ele... no teclado. Depois de ligar para Demi ele ficou escutando musicas e pegou no sono ali mesmo. — Ele esta dormindo?
— Não sei, cutuque ele.
— Eu não, cutuque você
— Paul!
— Denise!
— Eu estou ouvindo essa briga sussurrada de vocês, sabiam?

— Então, você não estava dormindo?
— Estava, mas acordei ainda pouco.
— Saia dai, pode ser perigoso.
— Eu estou bem aqui.
— Ficamos preocupados com você.
— Não fiquem, eu vou descer logo.
— Volto daqui 10 minutos para saber se você desceu. — Paul avisou e saiu juntamente com Denise.

— Não há janelas nesse farol , sem respostas para as perguntas... Longe de ser encontrado, ser descoberto. Através da névoa, estou preso... — Ele suspirou. — Meu Deus! preciso aprender a escrever nessas condições, caso contrário vou ficar louco! — Disse baixinho para si mesmo e depois entrou novamente pra dentro de casa.

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aquele é o body do joe nessa fanfic #tatuado. quem ai aprovou? eu super aprovei e adivinhem de quem é esse corpo sedutor? adam levine, moças. nesse capítulo eu me inspirei na musica do joe chamada lighthouse <3 é a minha musica favorita do álbum fast life. se preparem pq ele vai falar coisas bem fodas! e ai, gostaram do capítulo? eu gostei, principalmente a parte que o cabelo do ed está roxo! kk respostas | aqui | 
BJOS E ATÉ O PRÓXIMO MEU POVO E MINHA POVA :)

oh baby me leva, me leva' que o futuro nos espera...